Minhas Corridas pelo Brasil

Além de escrever sobre corrida, eu corro. Esta página reúne algumas das provas das quais participei pelo Brasil: corridas de rua, meias maratonas e momentos que ficaram na memória, muitas vezes com a bandeira do Pará nas mãos.

Cada prova ensina alguma coisa: sobre ritmo, sobre calor, sobre persistência e, principalmente, sobre o prazer de cruzar a linha de chegada. Muitas das dicas que você lê aqui no blog nasceram dessas experiências.

Ultramaratona do Círio de Nazaré, Castanhal–Belém (PA), 2026

No dia 9 de outubro de 2026, participei da Ultramaratona do Círio de Nazaré: 70 km de percurso, percorridos em revezamento, saindo de Castanhal e terminando no Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém. Corri sob o céu da noite, com as ruas de Belém tomadas pelo movimento do Círio e a estrada mergulhada na escuridão entre um trecho e outro.

É uma prova diferente de todas as outras. Nesse dia, a estrada recebe romeiros que vêm caminhando de várias cidades do Pará rumo ao Santuário, muitos deles pagando suas promessas religiosas. Correr ao lado dessa multidão de fé, quilômetro após quilômetro, transforma a ultramaratona em uma prova de superação e de cansaço, na qual cada trecho do revezamento ganha um significado especial.

Chegar ao Santuário de Nazaré, no coração do Círio, é a recompensa por todo o esforço do caminho.

Mauricio Bezerra de Sousa com a camisa do Pará em Belém, na Ultramaratona do Círio de Nazaré 2026
Noite de Círio em Belém: a rua cheia de gente e eu de camisa com a bandeira do Pará e boné escuro.
Mauricio Bezerra de Sousa à noite, na estrada, durante o revezamento da Ultramaratona do Círio de Nazaré 2026
Na escuridão da estrada, sobre o calçamento de blocos, em um dos trechos do revezamento rumo a Belém.

Maratona Internacional de Porto Alegre (2026)

Em 31 de maio de 2026 voltei a correr uma maratona completa, na 41ª Maratona Internacional de Porto Alegre. Fazia dez anos desde a minha última maratona, e em 2026 decidi renovar essa experiência. Cruzei a linha de chegada dos 42,195 km em 3 horas e 50 minutos, um ritmo médio de cerca de 5min27s por quilômetro.

A preparação levou cinco meses. Na manhã da prova fazia frio, em torno de 10 °C, bem diferente do clima do Norte, onde moro. Cruzar a chegada foi uma sensação de dever cumprido. As fotos mostram o cenário do dia: casarões antigos ao longo do percurso, corredores de camiseta verde-limão por todos os lados e, depois da prova, avenidas largas com prédios espelhados e palmeiras.

Mauricio Bezerra de Sousa correndo a 41ª Maratona Internacional de Porto Alegre
Em ritmo de prova, com o número 6682, diante das fachadas antigas que emolduram o percurso.
Mauricio Bezerra de Sousa com a medalha da Maratona Internacional de Porto Alegre 2026
Medalha no peito no meio da avenida larga, com prédios espelhados e o céu claro ao fundo, após os 18 km.
Mauricio Bezerra de Sousa erguendo a medalha da Maratona de Porto Alegre 2026
De jaqueta para espantar o frio, ergo a medalha diante das palmeiras e do canteiro verde.
Medalha da 41ª Maratona Internacional de Porto Alegre 2026
De perto, já na volta para casa: o prédio com chaminé, o ano de 2026 e os 42.195 metros.

Leia o relato completo da Maratona de Porto Alegre, com a preparação, dicas para correr no frio e o que aprendi com a prova.

Centenário da São Silvestre: São Paulo (SP), 2025 (100ª, 15 km)

Em 31 de dezembro de 2025, a Corrida Internacional de São Silvestre chegou à sua 100ª edição, e eu estava lá para fazer parte dessa história. Como em toda São Silvestre, o clima era de festa: atletas de todo o Brasil reunidos no último dia do ano para comemorar mais uma temporada de corrida, agora em uma edição centenária.

O percurso de 15 km atravessou o coração de São Paulo, entre avenidas largas, palmeiras e prédios altos que formam o cenário clássico da prova. Em um dos trechos, cercado pelo pelotão com as camisas azuis da edição comemorativa, ergui os braços para celebrar o momento.

Levei comigo a bandeira do Pará e a abri sob o céu azul da cidade, entre nuvens brancas e edifícios. Na chegada, sob o pórtico com a mensagem “Celebre essa tradição”, a bandeira paraense ganhou a companhia de outros corredores que vibravam ao redor, em um encerramento à altura dos 100 anos da corrida.

Mauricio Bezerra de Sousa com os braços erguidos correndo a 100ª Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo
Braços erguidos entre prédios altos e palmeiras do centro, celebrando cada passo da edição centenária.
Mauricio Bezerra de Sousa com a bandeira do Pará sob o pórtico de chegada da 100ª São Silvestre
Sob o pórtico de chegada, a bandeira do Pará aberta diante de uma multidão que comemorava junto.
Mauricio Bezerra de Sousa com a bandeira do Pará erguida sob o céu azul de São Paulo na 100ª São Silvestre
Céu azul, nuvens brancas e a bandeira paraense erguida acima da cabeça nas ruas de São Paulo.
Mauricio Bezerra de Sousa na 100ª Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo
A bandeira do Pará tremulando acima de mim e o número 6870 no peito, na edição histórica de número 100.

Meia Maratona Farol a Farol: Salvador (BA), 2025 (21 km)

Em 25 de maio de 2025, Salvador acordou cedo para receber a 20ª edição da Meia Maratona Farol a Farol, a tradicional prova de 21 km pela orla da capital baiana. Comecei a correr com o céu ainda clareando por trás dos prédios da orla, cercado por um mar de camisas vermelhas com o desenho dos faróis estampado no peito.

A prova percorre a orla da capital baiana em direção à Barra, onde todas as distâncias terminam. Pelo caminho, coqueiros, calçadões, gramados e edifícios altos voltados para o mar formam uma paisagem que acompanha o corredor quilômetro após quilômetro.

Em alguns trechos, o percurso deixava a beira-mar e cruzava avenidas da cidade, entre postes, fios e prédios residenciais, com setas pintadas no asfalto indicando o caminho. Viseira, óculos, relógio no pulso e pochete na cintura: tudo pronto para cumprir os 21 km em um dos cenários mais bonitos do Nordeste.

Mauricio Bezerra de Sousa correndo os 21 km da 20ª Meia Maratona Farol a Farol na orla de Salvador
Na orla de Salvador, o céu clareava atrás dos prédios enquanto o pelotão vermelho seguia comigo.
Mauricio Bezerra de Sousa correndo por uma avenida de Salvador na 20ª Meia Maratona Farol a Farol
Numa avenida da cidade, a seta pintada no asfalto apontava o caminho entre fios, postes e prédios.
Mauricio Bezerra de Sousa correndo diante dos prédios da orla de Salvador na 20ª Meia Maratona Farol a Farol
Diante dos edifícios à beira-mar, com coqueiros e gramado ao fundo, mantive o ritmo firme da prova.
Mauricio Bezerra de Sousa de braços abertos na Meia Maratona Farol a Farol, em Salvador, 21 km
Braços abertos à beira-mar, entre coqueiros e prédios altos, celebrando cada quilômetro da prova.

Meia Maratona do Atlântico, Salinópolis (PA), 2021

Em 2021 corri os 21 km da Meia Maratona do Atlântico, em Salinópolis, no litoral do Pará. O percurso pela orla foi muito difícil, mas a conquista veio com muito sacrifício: subi ao pódio e ganhei o troféu de 3º lugar na categoria dupla masculino. Na chegada, a areia molhada da praia, as poças espalhadas pelo chão e o vaivém de corredores ao fundo completavam o retrato do litoral paraense.

Mauricio Bezerra de Sousa com a medalha na praia, após a Meia Maratona do Atlântico em Salinópolis, 2021
Na areia molhada da praia, com a medalha no peito e o movimento da chegada logo atrás de mim.
Troféu de 3º lugar na categoria dupla masculino da Meia Maratona do Atlântico, Salinópolis (PA), 2021
O troféu de 3º lugar dupla masculino, com o sol estilizado da prova, contra uma parede laranja.

Corrida da Pampulha: Belo Horizonte (MG), 2021

2021 foi um ano difícil, ainda marcado pela pandemia. Quando as corridas de rua voltaram a ser liberadas pelo Brasil, depois de meses de provas canceladas, fui correr os 18 km da Corrida da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais. A máscara no rosto e o distanciamento entre os corredores mostram como tudo ainda era diferente, mas estar de novo numa prova já era motivo para comemorar.

O dia começou com céu azul, um flamboyant florido de vermelho à beira da pista e as sombras compridas das árvores riscando o asfalto. Na chegada, nuvens brancas enormes cobriam a avenida, e as tendas azuis da organização recebiam os atletas.

Mauricio Bezerra de Sousa de máscara e braços erguidos na Corrida da Pampulha, Belo Horizonte, 2021
De máscara e braços erguidos sob um flamboyant florido, celebrando a volta das corridas de rua na Pampulha.
Mauricio Bezerra de Sousa segurando a medalha no meio da avenida depois da Corrida da Pampulha, Belo Horizonte, 2021
Medalha nas mãos no meio da avenida, sob nuvens enormes e com as tendas azuis da chegada ao fundo.

Circuito de Corrida Pague Menos: Brasília (DF), 2019

Em 2019 participei do Circuito de Corrida Pague Menos em Brasília, na prova de 5 km. O percurso passou por vários pontos da cidade, e correr pela capital é como fazer um passeio pela arquitetura modernista: entre um quilômetro e outro, os monumentos vão aparecendo ao lado da pista. Naquele dia, o céu nublado e o asfalto molhado completaram o cenário.

Mauricio Bezerra de Sousa correndo os 5 km do Circuito de Corrida Pague Menos em Brasília, 2019
Ritmo firme sob as árvores de Brasília, com o céu nublado acompanhando cada passada da prova.
Mauricio Bezerra de Sousa correndo em frente ao Palácio da Justiça, em Brasília, 2019
Passando em frente ao Palácio da Justiça, com suas cascatas entre os arcos e o asfalto molhado.

Circuito de Corrida Pague Menos: Fortaleza (CE), 2019

Também em 2019, encarei os 10 km do Circuito de Corrida Pague Menos em Fortaleza. O trajeto atravessou diferentes bairros da capital cearense e seguiu pela orla, com o mar de um lado e os prédios do outro. Sol forte, céu azul com nuvens e coqueiros ao longo do calçadão deram o tom de uma prova bem nordestina.

Mauricio Bezerra de Sousa correndo os 10 km do Circuito de Corrida Pague Menos pela orla de Fortaleza, 2019
Passada firme na orla de Fortaleza: sol forte, céu azul e coqueiros acompanhando os 10 km.

Corrida Internacional de São Silvestre: São Paulo (SP), 2017

No último dia de 2017 participei da 93ª Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo. É magnífico fazer parte dessa prova tradicional, que reúne atletas de todo o país para comemorar mais um ano de corrida. As ruas do centro ficam tomadas por uma multidão de corredores, e o percurso de 15 km passa por cartões-postais como o Theatro Municipal. É a melhor forma de fechar o calendário e se despedir do ano correndo.

Mauricio Bezerra de Sousa com os braços erguidos comemorando durante a São Silvestre 2017
Braços erguidos no túnel do centro: a festa de quem corre a São Silvestre começa antes da chegada.
Mauricio Bezerra de Sousa correndo em frente ao Theatro Municipal de São Paulo na São Silvestre 2017
Passando em frente ao Theatro Municipal, um dos cartões-postais do percurso no centro de São Paulo.

Meia Maratona de Igrejinha (RS), 2017

Em 2017 corri os 21 km da meia maratona em Igrejinha, no Rio Grande do Sul. A manhã amanheceu cinzenta, e o asfalto ainda guardava poças espalhadas perto dos cones laranja da organização, enquanto os corredores se reuniam para a largada.

Mauricio Bezerra de Sousa com o número 5076 antes da meia maratona em Igrejinha, Rio Grande do Sul, 2017
Antes da largada, com o número 5076, entre cones laranja, poças no asfalto e o céu cinzento do Sul.

Minha primeira maratona: Porto Alegre (RS), 2016

Em 2016 corri a minha primeira maratona: os 42 km da Maratona Internacional de Porto Alegre. Cruzar a linha de chegada foi uma felicidade enorme, mesmo com muito frio e completamente exausto. Dez anos depois, voltei à mesma prova, como conto no início desta página. As fotos do percurso mostram o figurino de quem enfrentava o frio pela primeira vez numa maratona: calça de moletom, luvas e gorro.

Mauricio Bezerra de Sousa cruzando a chegada da Maratona Internacional de Porto Alegre, em 2016, sua primeira maratona
Cruzando a chegada da minha primeira maratona, de gorro e luvas para enfrentar o frio de Porto Alegre.
Mauricio Bezerra de Sousa de óculos escuros e luvas no percurso da Maratona de Porto Alegre 2016
No percurso, de óculos escuros e luvas: o sol apareceu, mas o frio não deu trégua em nenhum momento.
Mauricio Bezerra de Sousa segurando o gorro no percurso da Maratona de Porto Alegre 2016
Com as mãos protegidas pelas luvas, segurando o gorro entre um quilômetro e outro da prova.
Mauricio Bezerra de Sousa correndo agasalhado na Maratona de Porto Alegre 2016
Passo firme e olhar à frente: cada um dos 42 quilômetros vencido no ar gelado de Porto Alegre.

Corrida Pedestre Henrique Archer Pinto: Manaus (AM), 2015

Algumas viagens começam antes mesmo da largada. Ao desembarcar no aeroporto de Manaus, fui recebido por um enorme painel com uma onça-pintada de olhar firme, como quem dá as boas-vindas a quem chega ao coração da Amazônia. Ali, ao lado do maior felino das Américas, registrei o começo dessa viagem.

A prova era a 60ª Corrida Pedestre Henrique Archer Pinto, uma das mais tradicionais de Manaus, que naquele ano chegava a seis décadas de edições. A chegada aconteceu em um amplo espaço coberto, de paredes amarelas e alaranjadas, onde o pórtico e o relógio oficial registravam o tempo de cada atleta que completava o percurso.

Ao final, fui agraciado com uma premiação e subi ao pódio, diante de um grande painel amarelo. De Manaus, levo a imagem da onça no aeroporto, do pórtico da 60ª edição e daquele degrau do pódio, um registro especial na minha trajetória de corredor.

Mauricio Bezerra de Sousa ao lado de um painel com uma onça-pintada no aeroporto de Manaus
Recém-chegado ao aeroporto de Manaus, posei ao lado da onça-pintada, guardiã da floresta amazônica.
Mauricio Bezerra de Sousa cruzando o pórtico de chegada da 60ª Corrida Pedestre Henrique Archer Pinto, em Manaus
Sob o pórtico da 60ª edição, o relógio oficial marcava o tempo enquanto eu cruzava a linha de chegada.
Mauricio Bezerra de Sousa no pódio da 60ª Corrida Pedestre Henrique Archer Pinto, em Manaus
No pódio, diante do grande painel amarelo, recebi a premiação que guardo como lembrança de Manaus.

Trilha Difícil, Capanema (PA), 2013

Em 2013 participei da Trilha Difícil, em Capanema, no Pará. Não foi um passeio: foi uma prova de corrida de 13 km mata adentro, passando por igarapés, lama e trechos de mata quase fechada, bem diferente do asfalto das corridas de rua. Cheguei inteiro, sem nenhum machucado e muito sujo. Leia o relato completo em Trilha Difícil em Capanema: meu relato de 13 km mata adentro.

Correr fora do asfalto exige atenção redobrada ao terreno e ao ritmo. Se você tem vontade de experimentar, leia o nosso guia Corrida em trilha para iniciantes: o que muda e procure a orientação de um educador físico.

Mauricio Bezerra de Sousa correndo numa estrada de terra na Trilha Difícil, em Capanema (PA), 2013
Na estrada de terra, entre o barranco coberto de mato e a vegetação fechada, com o número 002.
Mauricio Bezerra de Sousa sorrindo durante a Trilha Difícil, em Capanema (PA), 2013
Um sorriso no meio da prova, com a mata escura ao fundo e a viseira azul na cabeça.
Mauricio Bezerra de Sousa numa passarela de madeira no meio da mata, na Trilha Difícil em Capanema (PA)
Na passarela de madeira, cercado por troncos finos e altos e pelo verde denso da mata.
Mauricio Bezerra de Sousa estendendo a mão na passarela de madeira da Trilha Difícil, em Capanema (PA)
Estendendo a mão para a câmera, com folhas, galhos e a passarela de madeira ao redor.

Meia Maratona do Rio de Janeiro

Na Meia Maratona do Rio de Janeiro, os 21 km passaram por paisagens que ficam na memória. O clima estava frio, porém suportável, e o percurso inteiro foi espetacular. E, claro, não poderia faltar a minha bandeira do Pará. Correr com a Pedra da Gávea vigiando a pista, palmeiras ao longo da avenida e prédios altos banhados pelo sol é um daqueles cenários que só o Rio oferece.

Mauricio Bezerra de Sousa com a bandeira do Pará e a Pedra da Gávea ao fundo, na Meia Maratona do Rio de Janeiro
A Pedra da Gávea ao fundo, palmeiras na avenida e a bandeira do Pará aberta de ponta a ponta na pista.
Mauricio Bezerra de Sousa de boné vermelho do Pará segurando a bandeira na orla do Rio de Janeiro
Outro ângulo: o paredão de pedra, os prédios altos e as tendas brancas, com o boné vermelho do Pará.
Mauricio Bezerra de Sousa com boné 100% Pará e a bandeira do Pará nas costas, na Meia Maratona do Rio de Janeiro
De perto, o boné “100% Pará”, a bandeira cobrindo o fundo da foto e o número 3557 no peito.

Meus treinos diários na Grande Belém

Nem só de provas vive um corredor. Os quilômetros que aparecem nas medalhas desta página foram construídos antes, nos treinos diários que eu fazia e continuo fazendo na Grande Belém. É ali, longe dos pórticos e dos números de peito, que a preparação acontece de verdade.

O cenário muda a cada saída: às vezes é a pista com faixas vermelhas e amarelas sob um céu em tons de azul e lilás; outras vezes é o gramado verde à beira da rodovia, com nuvens espalhadas no céu e o colete de hidratação pronto para os treinos mais longos.

Mauricio Bezerra de Sousa correndo em treino na Grande Belém, de viseira e camisa do Flamengo
Passada firme sob o céu em tons de azul e lilás, com a camisa do Flamengo e as árvores ao fundo.
Mauricio Bezerra de Sousa com colete de hidratação no gramado à beira da rodovia, em treino na Grande Belém
Colete de hidratação no peito, no gramado à beira da rodovia, com casas e galpões ao fundo.

Outras provas pelo Brasil

Mauricio Bezerra de Sousa cruzando a linha de chegada com a bandeira rubro-negra do Flamengo erguida
Linha de chegada. Naquele ano, o Flamengo, meu time do coração, tinha conquistado a Libertadores da América. Cruzei o pórtico com a bandeira rubro-negra tremulando acima da cabeça, voando junto comigo a cada passada entre as grades da chegada.
Mauricio Bezerra de Sousa na chegada da 4ª Corrida Azulina
4ª Corrida Azulina. Chegada com os braços para o alto, entre grades amarelas e as faixas azuis do pórtico.
Mauricio Bezerra de Sousa na 1ª Corrida Pedro Teixeira
1ª Corrida Pedro Teixeira. Concentração no ritmo, com árvores ao fundo e cones laranja à beira da pista.
Mauricio Bezerra de Sousa com medalha e a bandeira do Pará na 2ª Corrida do Grão-Pará
2ª Corrida do Grão-Pará. Medalha no peito e a bandeira do Pará aberta sob a tenda, depois da chegada.

Quer começar a correr?

Se você quer dar os primeiros passos ou se preparar para a sua primeira prova, estes artigos podem ajudar:

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